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sábado, 4 de junho de 2011


E o ódio que me passava no coração naquele momento era tão grande que me faltava palavras e argumentos para enfrenta-lo! A vontade de subitamente sumir, sair, fugir era maior do que certamente um gesto maldito seu! Foram poucas palavras, que se transformaram em um grande caractere na minha cabeça, o simples fato de ser evidente àquelas pouca as sílabas, me tornaram o elo da escuridão, meus ouvidos ouviram a mais ardente sentença vinda de um motivo no qual me deixava feliz. Minhas mãos tremeram de vontade de te esganar de tanto esperar, menos lábios se fecharam, mais morriam de vontade de no fundo grita ar todo o veneno que engoli meus olhos, a cada piscada era um relance de lágrimas vindas do fundo da alma, amargurada e insanamente magoada pelo seu modo de agir, de falar e de friamente de me olhar. Ouvi tudo de pé, pra não ter que fraquejar e cair diante dos seus pés, por no fundo o amor adocicar o retorno de todo o silencio vindo da tua aparência crédula de ter me feito de ingênua! Em minhas veias pulsavam, todo o ódio, todo o veneno vindo da sua boca, toda a frieza vinda do teu olhar, e eu me curvei! Mais como dizem, o mundo dá voltas, e pode ter certeza, a mesma atitude descabivel e inoperante que teve comigo me fazendo sentir a tristeza de não ter me amado, vai voltar pra vooç novamente, daí não serei mais culpada de sua dor, e nem da minha, pois a vingança de não te ter, irá segar os meus olhos o bastante como segaram os teus quando me magoastes! E eu ainda vou tarei MT mais eu, do que imagina!

                       Bety Morbeck
                          04/06/11

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